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No dia 8 de Dezembro morreu o Padre João Gonçalves, o padre das prisões. A sua humanidade, a sua simpatia, a sua alegria comunicativa e o seu humor especial faziam com que ficasse no coração de todas as pessoas com quem contactava. Lembro-me que, quando o Senhor D. António Francisco, saiu da diocese de Aveiro para o Porto, ele dizia que o Porto era a terra do Senhor Roubado… Seguindo o exemplo de Jesus, o Padre João sempre esteve em Igreja, ao modo do Papa Francisco: nas periferias existenciais… ao lado dos mais pobres, dos mais frágeis e necessitado, dos oprimidos... Uma parte da sua vida foi dedicada a visitar os presos, nunca se cansou de levar o seu sorriso, a sua palavra amável àqueles com quem ninguém se importa, lutou por eles, pela melhoria das suas condições, pela humanização das prisões. Para ele os reclusos não eram um número, eram pessoas com nome, com rosto e com uma história, como dizia o Papa Francisco em Lesbos. Mas não se ficou por aqui, o seu coração era muito grande e tinha sempre tempo para quem precisava dele. Visitava os doentes nos hospitais e dedicou-se de alma e coração às Florinhas do Vouga, em Aveiro, uma IPSS com valências desde a creche aos idosos, à população carenciada, toxicodependência, sem abrigos etc . Resumindo, a vida do Padre João foi o cumprimento de um projecto de Amor com aqueles que mais necessitam.

Obrigada Padre João pelo exemplo que foi para nós.

Nunca o vamos esquecer!

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